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Posse do Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência

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Em solenidade presidida pela vice-prefeita e secretária de planejamento, desenvolvimento e meio ambiente, Olga Salomão, os 20 membros que representam várias áreas da sociedade civil do município tomaram posse no Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência de Rio Claro.

A diplomação aconteceu na tarde desta terça-feira, dia 03, no salão de audiências do gabinete e contou com a presença de representantes de instituições; dos secretários municipais Marcos Pisconti (Governo), Heloísa do Carmo (Educação) e Sérgio Desiderá (Cultura); e vereadores Julinho Lopes, Paulo Guedes e João Zaine.

Olga Salomão iniciou o pronunciamento elogiando a atuação do vereador Julinho Lopes, que tem organizado e fomentado políticas de apoio a pessoa com deficiência.  A vice-prefeita comentou a necessidade de o novo conselho acompanhar e cobrar ações do poder público, considerando que “o conselho conta com gente qualificada, que pode desempenhar o papel fiscalizador”.

Um assunto muito importante e que diz respeito diretamente aos interesses do Conselho da Pessoa com Deficiência também foi abordado por Olga Salomão. A Sepladema vem discutindo o Código de Posturas, o Código de Obras e o Plano Diretor, três áreas que envolvem, entre outras questões, a política de acessibilidade nos prédios e áreas públicas. Por último, Olga Salomão solicitou a discussão da mudança da lei de 2001, que instituiu o Conselho, pois ela traz algumas diretrizes que precisam ser repensadas.

Posse do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência 002

Foram empossados: Juliene Patrícia Antônio (titular) e Osvaldo Fernando Moreira (suplente) representando a Secretaria Municipal de Saúde; Andressa Pin Scaglia e Milena BellaCosta Perin também pela Secretaria Municipal de Saúde; Marcelo Alexandre Joamomi e Rosmeiri Pinheiro Moraes pela Secretaria Municipal de Ação Social; Patrícia CristinaRosalen e Alessandra Aparecida Cain pela Secretaria Municipal da Educação; Mauro Klebis Schiavon e Silvino Marques da Cunha Júnior pela Secretaria Municipal de Esportes; Luiza Bolgar e Jaqueline Vallati Carbo pela Associação dos Surdos de Rio Claro; Vaniele Fernanda Foresti e Cristina Mamprim Losano pelo Centro de Equoterapia dos Cavaleiros “Professor Victorino Machado”; Flávia Garcia Zanfelice e Maria Josefa dos Santos pela Apae; Rosângela Sebastião Franco e Sidnéia Gramasco Peres pela Aderc e Célia Regina Rossi e Eliane Mauberg de Castro pelo Instituto de Biociências da Unesp.

Atividades Inclusivas

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A Inclusão Social é um conjunto de meios e ações que combatem a exclusão aos benefícios da vida em sociedade, provocada pela diferença racial, de classe social, origem geográfica, educação, idade e existência de deficiência. Praticando a Inclusão Social, a sociedade modificará suas estruturas e serviços oferecidos, abrindo espaços conforme as necessidades de adaptação específicas para cada pessoa a fim de serem capazes de interagir naturalmente na sociedade. Todavia, este parâmetro não promove a discriminação e a segregação. As pessoas passam a ser vistas pelo seu potencial, suas habilidades e outras inteligências e aptidões.

Clique aqui para fazer o download do artigo “Atividades Inclusivas” – Carla Saullo

 

A Inclusão Escolar no Centro de Habilitação Infantil Princesa Victoria

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O Centro de Habilitação Infantil “Princesa Victoria” é um órgão público municipal, existente em Rio Claro desde outubro de 1982, que atende aos portadores de necessidades especiais de Rio Claro e região, na faixa etária de O a 18 anos, tendo como critério para admissão: crianças e adolescentes portadores de deficiência física, neuro sensorial (surdo, visão subnormal, cegueira e surdocegueira), atraso no desenvolvimento neuropsicomotor (ADNPM), fissura lábio palatal, má formação congénita, artrite reumatóide juvenil, síndromes e outras patologias correlatas.

Clique aqui para fazer o download do artigo “A Inclusão Escolar no Centro de Habilitação Infantil Princesa Victoria – Atuação Pedagógica e Fonoaudiológica”

A importância do português escrito como segunda língua na educação de surdos em uma escola com proposta bilingue

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Ao se falar em educação de surdos, pensamos na escola como um espaço democrático e de acesso às diferenças linguísticas presentes num grupo minoritário, assim não podemos deixar de discutir aspectos que norteiam a prática pedagógica em sala de aula, sendo o professor, sujeito importante nesse processo de inclusão e escolarização dos alunos surdos, contando também com a presença do intérprete de Libras inserido neste espaço. Nesse sentido, esta pesquisa tem como objetivo investigar as práticas de aprendizagem bilíngue oferecidas aos alunos Surdos da Escola Municipal “Professor Armando Grisi”, da rede de ensino, na cidade de Rio Claro. Através do presente estudo, pretende-se refletir sobre questões relativas à aquisição da língua portuguesa na modalidade escrita a estudantes surdos incluídos na rede regular de ensino com alunos ouvintes, dentro de uma perspectiva bilíngue.

Palavras – chave: Surdos. Proposta Bilíngue. Libras.

Clique aqui e faça o download do artigo “A importância do português escrito como segunda língua na educação de surdos em uma escola com proposta bilingue” – Rita de Cássia Gomes de Oliveira

A formação de professores para o Atendimento Educacional Especializado (AEE)

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O presente artigo tem como pretensão refletir sobre a formação do professor do Atendimento Educacional Especializado (AEE) no sentido de compreender as implicações de uma formação generalista em contraposição às habilitações ou formações em nível de pós-graduação específicas. Para tanto, inicialmente discutimos como vem ocorrendo a formação inicial de professores, em seguida tratamos dos aspectos legais que dispõem sobre o assunto para, finalmente, refletir sobre a formação e as funções atribuídas ao professor do AEE. Para alcançar os objetivos propostos, o trabalho consiste numa pesquisa qualitativa de caráter bibliográfico. Consideramos, a partir dos estudos, que a formação vigente não é suficiente para o atendimento às necessidades e especificidades de desenvolvimento dos alunos público-alvo da educação especial. Acreditamos em um modelo que considere o processo de formação do professor do AEE a partir da apropriação de conhecimentos referentes à educação especial – elaborados ao longo da sua história em processos de formação inicial e continuada –, bem como através dos saberes engendrados nos diferentes contextos escolares, a partir da sua relação com os outros professores e com os próprios alunos.

Palavras-chave: formação de professores, atendimento educacional especializado (AEE), alunos público-alvo da educação especial.

Clique aqui para fazer download do artigo “A formação de professores para o Atendimento Educacional Especializado (AEE)” – Patrícia Cristina Rosalen