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	<title>Centro de Habilitação Infantil - Princesa Victoria &#187; Atendimentos do CHI</title>
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	<description>Pessoa com deficiência em Rio Claro</description>
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		<title>Grupos Específicos</title>
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		<comments>https://www.pessoacomdeficiencia.rc.sp.gov.br/programa/grupos-especificos#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 17 Sep 2018 14:12:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[juliene]]></dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<p>Grupos específicos &#160; Grupos de Estimulação Global: Objetivo: estimular o desenvolvimento global: físico, cognitivo, emocional, sensório perceptivo e de linguagem com orientação familiar e escolar. São atendidas crianças na faixa etária de 1 ano e 9 meses à 6 anos de idade, proporcionando momentos só com as crianças, com as crianças e responsáveis e orientações aos<a class="link-more link-excerpt" href="https://www.pessoacomdeficiencia.rc.sp.gov.br/programa/grupos-especificos" title="Read Grupos Específicos"><i class="icon"></i>Leia mais</a></p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h3><span style="color: #024288;">Grupos específicos</span></h3>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Grupos de Estimulação Global:</h4>
<p><strong>Objetivo:</strong> estimular o desenvolvimento global: físico, cognitivo, emocional, sensório perceptivo e de linguagem com orientação familiar e escolar.<br />
São atendidas crianças na faixa etária de 1 ano e 9 meses à 6 anos de idade, proporcionando momentos só com as crianças, com as crianças e responsáveis e orientações aos responsáveis sem as crianças.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Grupos de Estimulação Global/ Visão:</h4>
<p><strong>Objetivo:</strong> estimular o desenvolvimento global: físico, cognitivo, emocional, sensório perceptivo, linguagem e especificamente aspectos da visão. Trabalhar as relações afetivas (mãe-filho).<br />
São atendidas crianças na faixa etária de 2 à 5 anos de idade, que apresentam atraso no desenvolvimento neuropsicomotor e comprometimento visual.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Grupos de Temas:</h4>
<p><strong>Objetivo:</strong> favorecer a independência, a autonomia, a integração grupal, a maturação, a comunicação e a expressividade; desenvolver as habilidades motoras e cognitivas; desenvolver a compreensão de regras sociais; favorecer a independência nas AVDs tais como higiene pessoal, higiene bucal e cuidados pessoais; ampliar conhecimentos; entender a relação espaço-tempo.<br />
São atendidas crianças na faixa etária de 6 a 8 anos e 11 meses, e que estejam em atendimentos nos demais setores do CHI.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Grupos de AVP (Atividades de Vida Prática):</h4>
<p><strong>Objetivo:</strong> favorecer a independência e a autonomia, a integração grupal, a integração com a comunidade, bem como os recursos que esta oferece, favorecer a comunicação e a expressividade; desenvolver o senso crítico, a compreensão de regras sociais e desenvolver habilidades motoras e cognitivas.<br />
São atendidas crianças na faixa etária de 9 anos à 10 anos e 11 meses, que estejam em atendimentos nos demais setores do CHI.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Grupos de Adolescentes:</h4>
<p><strong>Objetivo:</strong> possibilitar e desenvolver a socialização, autonomia, independência, criticidade e despertar para as responsabilidades (direitos e deveres).<br />
São atendidos adolescentes com idade acima de 11 anos, e que estejam em atendimentos nos demais setores do CHI.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Grupos de TEA (Transtornos do Espectro do Autismo):</h4>
<p><strong>Objetivo:</strong> desenvolver atividades sociais cotidianas; autonomia para mobilidade; capacidade de autocuidado; ampliar o uso de recursos pessoais e sociais; qualidade de vida e comunicação.<br />
Na impossibilidade de agrupar, algumas crianças são acompanhadas individualmente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Grupo de Orientação Familiar (TEA):</h4>
<p><strong>Objetivo:</strong> proporcionar aos pais e cuidadores espaços de escuta e acolhimento; de orientação e cuidados terapêuticos específicos. São realizadas reuniões mensais e orientações individuais quando necessário.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Grupo de Estimulação Sensorial (TEA):</h4>
<p><strong>Objetivo:</strong> gerar experiências sensoriais positivas, integrando vários sentido. Além de aprimorar o desempenho cotidiano, através da realização de atividades que simulem as atividades de vida prática</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Grupo de Natação:</h4>
<p><strong>Objetivos:</strong> promover a adaptação do indivíduo ao meio aquático, visando o bem estar pessoal e social. Além de estimular as atividades motoras, capacidade respiratória e a iniciação da independência na piscina.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Grupo de self-healing:</h4>
<p><strong>Objetivos:</strong> em deficiência visual, os grupos de self-healing acontecem com o intuito de trabalhar a melhoria natural da visão, promovendo a integração de corpo, mente e melhoria da qualidade de vida.<br />
Também se estende para quadros progressivos assim como doenças neuromusculares, doenças reumáticas, síndromes, doenças desmelienizantes entre outras.<br />
O Método Self-Healing de Meir Schneider é um método de trabalho corporal e visual. Utiliza a massagem, automassagem, respiração, visualização e movimentos corporais.</p>
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		<title>Setores</title>
		<link>https://www.pessoacomdeficiencia.rc.sp.gov.br/programa/setores</link>
		<comments>https://www.pessoacomdeficiencia.rc.sp.gov.br/programa/setores#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 Sep 2013 12:48:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Conteúdo Waio Soluções em TI]]></dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<p>Médico Atualmente no CER-PV contamos com as seguintes especialidades: neuropediatra, neurologista, oftalmologista, ortopedista, psiquiatra e fisiatra: João Francisco Rosalen Maria Cristina Vitti Messetti Carlos Eduardo de Oliveira Cristiane Duarte Santos Katia Maria Monteiro Rodrigues de Carvalho Italo José da Silva Neto Sergio Albino Messetti Enfermagem O setor conta com duas enfermeiras e duas técnicas de<a class="link-more link-excerpt" href="https://www.pessoacomdeficiencia.rc.sp.gov.br/programa/setores" title="Read Setores"><i class="icon"></i>Leia mais</a></p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<ul>
<li><b>Médico</b></li>
</ul>
<p>Atualmente no CER-PV contamos com as seguintes especialidades: neuropediatra, neurologista, oftalmologista, ortopedista, psiquiatra e fisiatra:</p>
<p>João Francisco Rosalen</p>
<p>Maria Cristina Vitti Messetti</p>
<p>Carlos Eduardo de Oliveira</p>
<p>Cristiane Duarte Santos</p>
<p>Katia Maria Monteiro Rodrigues de Carvalho</p>
<p>Italo José da Silva Neto</p>
<p>Sergio Albino Messetti</p>
<ul>
<li>
<h4>Enfermagem</h4>
</li>
</ul>
<p>O setor conta com duas enfermeiras e duas técnicas de enfermagem e uma auxiliar de enfermagem. As principais atividades desse setor são: consultas de enfermagem em puericultura, palestras e orientações (em grupo ou individuais), pré e pós consulta médica (pesagem e medições), acompanhamento do desenvolvimento dos Bebês de Risco (Avaliação Preventiva).</p>
<p>Equipe:</p>
<p>Thais Reginatto Lotti &#8211; RT</p>
<p>Giza Rodrigues Morais Siqueira</p>
<p>Silza Arlete de Oliveira Arraes</p>
<p>Diomar Aparecida Azevedo</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><strong>Fisioterapia</strong></li>
</ul>
<p>Facilita a aquisição de habilidades sensoriais e motoras, prevenindo e/ou minimizando disfunções cinético-funcionais. Estimula a funcionalidade, autonomia e qualidade de vida dos usuários atendidos.</p>
<p>As principais atividades desenvolvidas nesse setor são: atendimento individual; acompanhamento do desenvolvimento dos Bebês de Risco (Avaliação Preventiva); hidroterapia; visita domiciliar; orientação escolar e familiar.</p>
<p>Equipe:</p>
<p>Ana Paula da Motta Cristofoletti</p>
<p>Marcelo Hernani Monaco Rigatto</p>
<p>Regiani Elvira Fosatto Luiz</p>
<p>Renata Ferreira Lobo de Martinez</p>
<p>Vania Daniela Ramos da Silva</p>
<p>Rogério Martins</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>
<h4>Fonoaudiologia</h4>
</li>
</ul>
<p>Atua na avaliação, intervenção e prevenção nas áreas que envolvem o desenvolvimento da fala e linguagem (comunicação oral e alternativa), audição e motricidade oral (respiração, sucção, mastigação e deglutição).</p>
<p>As atividades desenvolvidas nesse setor são: atendimento individual; atendimento em grupo; orientação escolar; visita domiciliar; acompanhamento aos bebês de risco; triagem interdisciplinar; avaliação audiológica infantil (audiometria tonal, logoaudiometria, imitanciometria).</p>
<p>Equipe:</p>
<p>Ana Carla Silveira Monaretti</p>
<p>Ana Elisa Jardim Gouveia</p>
<p>Daniela Cristina Lorenzon Rodrigues</p>
<p>Giovana Cestaro</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>
<h4>Habilitação Desportiva</h4>
</li>
</ul>
<p>Desenvolve atividades que têm como base a natação terapêutica e a iniciação esportiva adaptada.</p>
<p>Equipe:</p>
<p>Elizabeth Knothe de Andrade</p>
<p>Franz Fisher</p>
<ul>
<li>
<h4>Pedagogia</h4>
</li>
</ul>
<p>Atua na inclusão escolar, com o intuito de que esta ocorra da melhor forma. Para isto, realiza encontros com professores, visitas e encaminhamentos escolares.</p>
<p>As principais atividades desenvolvidas nesse setor são: realização de  avaliações pedagógicas e visuais, anamneses, orientações familiares, atendimentos individuais e/ou em grupos.</p>
<p>Equipe:</p>
<p>Carla Regina Riani Hilsdorf</p>
<p>Rosilene Braga Rugene</p>
<p>Sonia Regina Tinos Carrocine</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>
<h4>Psicologia</h4>
</li>
</ul>
<p>O objetivo do trabalho no setor de psicologia é favorecer o equilíbrio emocional, proporcionando um espaço de acolhimento terapêutico e bem estar ao cliente e sua família. Espaço este onde há possibilidade de reflexão e discussão de sua própria condição e necessidades junto à comunidade em geral.</p>
<p>São desenvolvidas as seguintes atividades: atendimento individual e em grupo para crianças e adolescentes; avaliação psicodiagnóstica para atendimento no CER-PV ou encaminhamento para outros recursos da comunidade; orientação familiar (individual e em grupo); visitas domiciliares e escolares, quando necessário; reunião com profissionais da educação para troca de informações e orientações das crianças atendidas neste serviço; participação da triagem em equipe com objetivo de verificar se o caso é elegível ao serviço; participação no acompanhamento aos bebês de risco.</p>
<p>Equipe:</p>
<p>Maria Fernanda Cardoso Teixeira</p>
<p>Cristiane Maria Brunini Frandi Cecagno</p>
<p>André Luis Moschetta</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>
<h4>Serviço Social</h4>
</li>
</ul>
<p>O setor é responsável pelo acolhimento inicial de todos que buscam atendimento no CER-PV, direcionando o atendimento ou encaminhando aos recursos da comunidade.Atua em conjunto com a equipe interdisciplinar, prestando atendimento aos usuários e aos familiares (realizando triagens, verificando faltas, agendamentos, orientações, encaminhamentos, visitas domiciliares quando necessário, encaminhamento ao mercado de trabalho)</p>
<p>Mediante análise social, orienta quanto ao acesso de políticas públicas disponíveis como transporte, previdência social, instituições de referência e demais necessidades, não somente voltadas à habilitação e reabilitação, mas também para a melhoria da qualidade de vida.</p>
<p>Desenvolve também um trabalho de assessoria para a APACHI –PV.</p>
<p>O setor também é responsável pelos encaminhamentos dos usuários para a Rede de Saúde Auditiva do Governo do Estado de São Paulo e cadastro e encaminhamentos de OPM.</p>
<p>Encaminhamento para avaliação médica para o Projeto Incluir (Van adaptada), em parceria com a Secretaria de Mobilidade Urbana.</p>
<p>Equipe:</p>
<p>Débora Helen Ferri Fais Fiocco</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>
<h4>Terapia Ocupacional</h4>
</li>
</ul>
<p>Atua na área física, sensorial e educacional focando o máximo de independência, autonomia e funcionalidade por meio de atividades instrumentais da vida diária, ênfase em desenvolvimento neuropsicomotor e funcionamento de membro superior, favorecendo o desenvolvimento e integração sensorial. Atua em Programas de Reabilitação e Preventivo.</p>
<p>São realizadas as seguintes atividades: atendimento grupal (Grupo AVPs, Grupo Temas, Grupo de Dança); acompanhamento ao bebê de risco (avaliação preventiva); atendimento individual (semanal e mensal); confecção de órteses para membros superiores e adaptações; orientação escolar, e de cuidadores.</p>
<p>Equipe:</p>
<p>Valesca de Lima da Silva</p>
<p>Adriane Guzman Pasculli Milani</p>
<p>Leticia Andriolli Bortolai</p>
<p>Mariana Camila domingos Vitalli</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><span style="color: #024288;">Setores de Apoio</span></h3>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><b>Chefe de Seção e Direção Técnica</b></li>
</ul>
<p>É a pessoa responsável por todos os setores do CER-PV. Sua função é planejar, organizar, controlar e assessorar a área de recursos humanos e operacional da equipe do CER-PV, traçando estratégias, estabelecendo metas, entre outras tarefas pertinentes.</p>
<p>Unidade organizacional com atribuições de operacionalização de ações específicas, que demandam conhecimento de nível superior ou técnico médio, dentro do campo de atribuição próprio da unidade organizacional a que esta vinculada (Lei complementar n° 093/14, art. 5°, III)</p>
<p>Chefe de Seção e Direção Técnica: Juliene Patricia Antonio</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>
<h4><span style="font-size: 1em;">Recepção</span></h4>
</li>
</ul>
<p>A recepção é um serviço de grande importância, pois é a porta de entrada de todas as pessoas no CER-PV.</p>
<p>No Setor, são feitas as recepções dos pacientes, agendamentos e confirmações de consultas.</p>
<p>Equipe:</p>
<p>Marli Antonia Borgia</p>
<p>Andreia de Fatima Faria Araujo</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>
<h4>Administrativo</h4>
</li>
</ul>
<p>O setor conta com duas assistentes administrativas, responsáveis por abertura de agendas e agendamento de atendimentos.<br />
Também são arquivados os prontuários com toda a documentação de cada paciente. O CER-PV em 2018 passou a ter o PEP &#8211; prontuário eletrônico do paciente.</p>
<p>Equipe:</p>
<p>Cristiane Barbosa Guerreira Zaros</p>
<p>Nathalia Amatte Parreira</p>
<ul>
<li>
<h4>Transporte</h4>
</li>
</ul>
<p>Contamos com dois motoristas que transportam as crianças e seus respectivos responsáveis para os atendimentos no serviço.</p>
<p>Para concessão do transporte as famílias devem passar por entrevista no setor de serviço social, para elegibilidade e assinatura de termo de responsabilidade.</p>
<p>Equipe:</p>
<p>Emerson Alessandro Breda</p>
<p>Cícero Pedro de Oliveira</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>
<h4>Alimentação</h4>
</li>
</ul>
<p>São servidos lanches para usuários que permanecem no serviço por um grande período do dia. No setor contamos com uma cozinheira.</p>
<p>Equipe:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><strong>Manutenção e Limpeza</strong></li>
</ul>
<p>O setor é responsável pela organização e higienização dos ambientes internos e externos. O setor conta com quatro funcionários.</p>
<p>Equipe:</p>
<p>Maria Angela dos Santos</p>
<p>Debora Domingos dos Santos Esteves</p>
<p>Maria Socorro Bandeira de Sousa</p>
<p>Paulo Serji Tashiro</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Oficinas de inclusão digital</h4>
<p>As oficinas são oferecidas aos usuários atendidos no Centro Especializado em Reabilitação “Princesa Victoria”, incentivando suas potencialidades e eficiências.</p>
<p>São desenvolvidas através de convênio entre a APACHI-PV (Associação de Pais e Amigos do Centro de Habilitação Infantil “Princesa Victoria”) e CMDCA (Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente).<br />
As atividades são desenvolvidas por bolsistas.</p>
<p>Equipe:</p>
<p>Rafaelle Siqueira da Fonseca</p>
<p>Lucas de Oliveira Torresin</p>
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		<item>
		<title>Ambulatório Bebê de Risco</title>
		<link>https://www.pessoacomdeficiencia.rc.sp.gov.br/programa/programa-prevencao</link>
		<comments>https://www.pessoacomdeficiencia.rc.sp.gov.br/programa/programa-prevencao#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 Sep 2013 12:30:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Conteúdo Waio Soluções em TI]]></dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<p>Ambulatório de Acompanhamento ao Bebê de Risco O Acompanhamento ao Bebê de Risco no Centro de Habilitação Infantil “Princesa Victoria” iniciou-se no ano de 1998, a partir da percepção da equipe da necessidade de detecção e intervenção precoce dos bebês com possíveis desvios do desenvolvimento global, que até então chegavam tardiamente no serviço, com formação<a class="link-more link-excerpt" href="https://www.pessoacomdeficiencia.rc.sp.gov.br/programa/programa-prevencao" title="Read Ambulatório Bebê de Risco"><i class="icon"></i>Leia mais</a></p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h3><span style="color: #024288;">Ambulatório de Acompanhamento ao Bebê de Risco</span></h3>
<p align="JUSTIFY"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">O Acompanhamento ao Bebê de Risco no Centro de Habilitação Infantil “Princesa Victoria” iniciou-se no ano de 1998, a partir da percepção da equipe da necessidade de detecção e intervenção precoce dos bebês com possíveis desvios do desenvolvimento global, que até então chegavam tardiamente no serviço, com formação de profissionais na UNICAMP, estudo de protocolo e adaptação, visitas as Unidades de Saúde de Rio Claro, visando a divulgação do trabalho e parceria com os médicos da rede pública e privada, para encaminhamento dos bebês. Os bebês eram encaminhados através dos médicos pediatras. Em 2000 foi denominado Programa de Acompanhamento ao Bebê de Risco.</span></span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Em 2006 o programa foi reestruturado iniciando-se parceria com a Vigilância Epidemiológica e com o Ambulatório de DST/AIDS – SAE, para </span></span><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">a</span></span><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">companhamento das crianças expostas ao HIV, às Hepatites virais, Sífilis, Toxoplasmose e outras infecções de transmissão vertical, até estabelecimento do diagnóstico definitivo, ou procedendo ao tratamento adequado</span></span><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">.</span></span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Em 2012, novamente o programa passou por reestruturação, denominado como Ambulatório do Bebê de Risco, sendo incluídos na equipe: enfermeira, pediatras, ampliação do número de técnicas de enfermagem e de equipes para avaliação. </span></span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Alguns critérios são utilizados para caracterizar os bebês de risco: Baixo peso menor que 2000g, prematuridade (35semanas+6dias), asfixia perinatal e/ou APGAR menor que 6 no primeiro ou quinto minuto, hiperbilirrubinemia com ou sem exsanguineotransfusão, malformações congênitas, cromossomopatias e doenças metabólicas com repercussão clínica, desenvolvimento psicomotor insatisfatório para a faixa etária, mãe com menos de 04 consultas de pré natal, um dos pais com transtorno mental severo, deficiência, doença neurológica, pais com dependência de álcool e outras drogas, hipoglicemia sintomática, problemas neurológicos, macrossomia, hospitalização no período neonatal, doenças graves como meningite, traumatismo craniano e convulsões, alterações no tamanho do PC, desconforto respiratório, RNs de mães com gestação de risco, que apresentem alguma aleração fisiológica no nascimento, síndrome da Aspiração Meconial.</span></span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Os bebês no momento da alta hospitalar são encaminhados para as Unidades de Saúde, para vacinação, puericultura e é realizado o agendamento médico através do Portal CROSS, para avaliação no CHI.</span></span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Atualmente os bebês passam por avaliação com médica pediatra ou neuropediatra, enfermagem e acompanhamento da equipe interdisciplinar composta por: fonoaudiólogas, psicóloga, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, pedagoga especializada em visão.</span></span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Com a equipe interdisciplinar o acompanhamento é trimestral ou com menor frequência quando identificada a necessidade pela equipe, sendo utilizado um protocolo para registro das informações sobre o desenvolvimento e Escala de Desenvolvimento Infantil adaptada pela equipe, baseada na Escala Bayley.</span></span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">A escala permite tanto uma avaliação quantitativa como qualitativa do comportamento da criança, ou seja, avalia sua atenção, compreensão das orientações, desempenho frente às tarefas e regulação emocional. A forma como a escala é aplicada permite um maior envolvimento dos pais, o que também garante uma situação mais confortável para a criança, além de proporcionar momentos de orientação e aprendizagem para a família.</span></span> <span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Além da avaliação, a equipe realiza orientações para estimulação do desenvolvimento neuropsicomotor, cuidados com o bebê, importância do vínculo do bebê com a família, da amamentação e do brincar.</span></span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Quando a equipe observa desvio no desenvolvimento a criança é direcionada para atendimento de estimulação global semanal individual com o profissional de cada especialidade ou grupo de orientação e estimulação com profissionais da fisioterapia, de acordo com a necessidade, e agendamento de consulta médicas com especialidades: neuropediatra, ortopedista, fisiatra, psiquiatra e de enfermagem imediata caso necessário.</span></span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Os bebês serão acompanhados até o desenvolvimento da marcha, início da fala, desenvolvimento visual, auditivo, motor, cognitivo e emocioanal adequados a idade, recebem alta temporária por volta de 1 ano. Até 3 anos de idade os setores de psicologia e de fonoaudiologia chamam a criança para reavaliação. Estando a criança em desenvolvimento satisfatório é dado alta do ambulatório de acompanhamento ao bebê de risco. Caso contrário, será direcionada para o atendimento necessário nos setores. </span></span></span></p>
<p align="JUSTIFY">Em 2019 iniciou-se o plantão de fonoaudiologia para orientação e estímulo à amamentação e alimentação do bebê de risco</p>
<p style="text-align: center;" align="JUSTIFY">
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.pessoacomdeficiencia.rc.sp.gov.br/programa/programa-prevencao">Ambulatório Bebê de Risco</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.pessoacomdeficiencia.rc.sp.gov.br">Centro de Habilitação Infantil - Princesa Victoria</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Áreas de atuação</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Sep 2013 12:13:18 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Reabilitação/habilitação física Entende-se por deficiência física a alteração completa ou parcial de um ou mais segmentos do corpo humano, acarretando o comprometimento da função física, neurológica e/ou sensorial, apresentando-se sob a forma de plegias, paresias, ostomia, amputação ou ausência de membro, paralisia cerebral, nanismo, membros com deformidade congênita ou adquirida, exceto as deformidades estéticas e<a class="link-more link-excerpt" href="https://www.pessoacomdeficiencia.rc.sp.gov.br/programa/areas-atuacao" title="Read Áreas de atuação"><i class="icon"></i>Leia mais</a></p>
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				<content:encoded><![CDATA[<h3><span style="color: #024288;">Reabilitação/habilitação física</span></h3>
<p>Entende-se por deficiência física a alteração completa ou parcial de um ou mais segmentos do corpo humano, acarretando o comprometimento da função física, neurológica e/ou sensorial, apresentando-se sob a forma de plegias, paresias, ostomia, amputação ou ausência de membro, paralisia cerebral, nanismo, membros com deformidade congênita ou adquirida, exceto as deformidades estéticas e as que não produzam dificuldades para o desempenho de funções (Decreto nº 5.296/04, art. 5º, §1º, I, &#8220;a&#8221;, c/c Decreto nº 3.298/99, art. 4º, I). Dentro da reabilitação/ habilitação física, são atendidas no CHI-PV:</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><span style="font-size: 1em;">Paralisia Cerebral</span></h4>
<p>Caracteriza-se por um grupo não progressivo, mas freqüentemente mutável, de distúrbios motores e sensoriais, especialmente do tônus e da postura, secundário a lesão do sistema nervoso central em desenvolvimento, ou seja, desde a fase embrionária ate os 2 anos de vida extra-uterina.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><span style="font-size: 1em;">Malformações Congênitas</span></h4>
<p>As malformações estão relacionadas aos defeitos estruturais que resultam de erros na morfogênese (desenvolvimento da forma e estrutura do organismo) e que podem levar a sérios comprometimentos orgânicos ou manifestar-se de maneira leve sem prejuízo ao portador.</p>
<p>No CER-PV são atendidos usuários com malformações congênitas dos membros, osteogenesis imperfecta (doença dos ossos de vidro), artrogripose múltipla congênita (articulações rígidas), doenças genéticas que causam alterações principalmente nos membros. Atende também malformações craniofaciais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><span style="font-size: 1em;">Mielomeningocele</span></h4>
<p>É a forma mais freqüente de um grupo de doenças, denominados defeito de fechamento do tubo neural. Essa doença tem em comum a falta de fusão dos elementos posteriores da coluna vertebral. É caracterizada por uma paralisia sensitivo-motora que acomete os membros inferiores, sistema urinário e o intestino. Outras malformações associadas como a hidrocefalia, podem comprometer ainda mais as funções da criança.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><span style="font-size: 1em;">Doenças Neuromusculares</span></h4>
<p>É um grupo de desordens hereditárias ou adquiridas, que afetam especialmente a unidade motora, mas também o trato córtico-espinhal, o cerebelo e as vias espinocerebelares.<br />
Atendemos usuários com doenças de origem no músculo (miopatias) ou no nervo periférico (neuropatias) de causa hereditária, como as distrofias musculares, miopatias congênitas, miotonias, amiotrofias espinhais, neuropatias hereditárias, ataxias, etc.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Lesão do Plexo Braquial</h4>
<p>São atendidos usuários com lesão do plexo braquial decorrentes de lesão no parto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><span style="font-size: 1em;">Múltiplas Deficiências</span></h4>
<p>É a expressão adotada para designar pessoas que têm mais de uma deficiência associada. Condição heterogênea que identifica grupos de pessoas com associações de deficiências que podem afetar o funcionamento individual e o relacionamento social em diferentes intensidades.<br />
As deficiências múltiplas são atendidas no CER-PV, exceto as de predominância intelectual.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Lesão Encefálica adquirida na infância</h4>
<p>Caracterizada por qualquer agressão ao sistema nervoso central em desenvolvimento, não relacionado a eventos do parto, doenças congênitas, hereditárias ou degenerativas. Os comprometimentos sensório-motores apresentados são variados em decorrência do tipo, localização e extensão da lesão. Exemplos: AVE (acidente Vascular Encefálico), TCE (traumatismo Crânio-Encefálico), Anóxias Cerebrais, principalmente pós parada cardio-respiratória e afogamentos, infecções e tumores do sistema nervoso central.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Síndromes (predomínio comprometimento físico e/ou sensorial)</h4>
<p>É o conjunto de sinais e sintomas que caracterizam uma doença ou o conjunto de fenômenos característicos de uma determinada patologia.<br />
No CER-PV atendemos síndromes que acometem área motora, sensorial e metabólica, onde não predominam a deficiência intelectual.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><span style="color: #024288;">Reabilitação/ habilitação Auditiva</span></h3>
<p>A deficiência auditiva (também conhecida como hipoacusia ou surdez) é a perda parcial ou total de audição. Pode ser de nascença ou causada posteriormente por doenças. Pode variar a classificação quanto ao tipo, modo e grau.<br />
A perda auditiva causa impacto no desenvolvimento e funcionamento psicossocial, cognitivo, da fala e da linguagem. As causas da perda auditiva podem ser diversas e os efeitos produzidos em cada indivíduo são diferentes.<br />
A pessoa com deficiência auditiva (hipoacusia) é aquela cuja audição é incapacitante, e torna-se difícil, mas não a impede compreender a fala pela orelha, com ou sem uma prótese auditiva. Já a pessoa surda é aquela cuja audição é incapacitante a ponto de impedir a compreensão da fala somente pela orelha, com ou sem uma prótese auditiva.<br />
O diagnóstico das deficiências de audição é realizado a partir da avaliação médica e audiológica; a obtenção do diagnóstico é resultado de uma cooperação de vários especialistas.<br />
Dessa maneira, avaliar, diagnosticar e intervir são tão importantes quanto oferecer suporte familiar precoce; o atendimento multidisciplinar faz valer as necessidades de todos os envolvidos quando se trata de deficiência auditiva. O envolvimento dos pais é fator decisivo e importante para contribuir na intervenção audiológica.<br />
De acordo com Northern&amp;Downs (1985), não existe um único método, técnica ou caminho terapêutico ou educacional que seja uniformemente aplicável para todos os deficientes auditivos. Deve-se considerar o desenvolvimento da criança na abordagem terapêutica buscando inseri-la no mundo social.<br />
A deficiência auditiva e surdez no CER-PV são atendidos em equipe multidisciplinar em diferentes abordagens terapêuticas, tais como: método oralista, gestual, estimulação auditiva e outros.</p>
<p>Referencia:</p>
<p>Northern, J. L., &amp; Downs, M. P. (2014). Hearing in children (6th ed.). San Diego, CA, US: Plural Publishing.</p>
<h3></h3>
<h3><span style="color: #024288;">Reabilitação/ habilitação visual</span></h3>
<p>De acordo com o Decreto nº 5.296 de 2 de dezembro de 2004, considera a deficiência visual como: cegueira, na qual a acuidade visual é igual ou menor que 0,05 no melhor olho, com a melhor correção óptica; a baixa visão ou visão subnormal, que significa acuidade visual entre 0,3 e 0,05 no melhor olho, com a melhor correção óptica; os casos nos quais a somatória da medida do campo visual em ambos os olhos for igual ou menor que 60°; ou a ocorrência simultânea de quaisquer das condições anteriores não passíveis de melhora na visão com terapêutica clinica ou cirúrgica.<br />
De acordo com a OMS, em termos funcionais, “a pessoa com baixa visão é aquela que apresenta, após tratamentos e/ou correção óptica, diminuição de sua função visual e tem valores de acuidade visual menor do que 0,3 a percepção de luz ou um campo visual menor do que 10 graus de seu ponto de fixação; porém usa ou é potencialmente capaz de usar a visão para o planejamento e/ou execução de uma tarefa”. Justifica-se o uso dessa definição pelo fato de que a maior parte da população considerada cega (por alguma definição legal) tem, na verdade, baixa visão e é, a princípio, capaz de usar sua visão para realização de tarefas. (WHO,1992; WHO, 1999; ISLVRR, 2005)</p>
<p>No CER-PV são atendidos casos de Cegueira e Visão Subnormal.</p>
<p>Referencias:</p>
<p>International Society for Low-Vision and Rehabilitation. (2005). Toward a reduction in the global impact of low vision. Oslo: ISLVRR</p>
<p>World Health Organization. (1992). Management of low vision in children: Report of a WHO Consulation. Bangkok.</p>
<p>World Health Organization. Regional office for Europe. (1994). Social and behavioural aspects of comprehensive eye care: Report on a WHO Meeting. Brussels.</p>
<h3></h3>
<h3><span style="color: #024288;">Reabilitação/habilitação transtorno do espectro do autismo (TEA)</span></h3>
<p>O autismo é considerado uma síndrome neuropsiquiátrica que se caracteriza por: problemas com a linguagem; na interação social e no repertório de comportamentos (restrito e repetitivo). Tais sinais e sintomas podem estar presentes ou ausentes e de maneira bem diferentes em cada indivíduo. Mas o que se mantém comum é a tendência ao isolamento e imutabilidade de condutas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><span style="color: #024288;">Outros atendimentos</span></h3>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Atraso no desenvolvimento neuropsicomotor</h4>
<p>É considerado atraso no desenvolvimento neuropsicomotor, quando uma criança não adquire as etapas do desenvolvimento referentes à sua faixa etária e não há um diagnóstico específico ou qualquer condição aparente que explique tal situação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Doenças reumáticas</h4>
<p>As doenças reumatológicas são de origem desconhecida e sempre relacionadas à reação inflamatória (auto-imune), das articulações, podem ou não apresentar sintomas extra articulares, reações inflamatórias sistêmicas, doenças do tecido conectivo, e afetar a circulação. Os sinais mais comuns são: presença de dor, aumento do volume, rubor, calor e deformidades, crepitação das articulações e limitação dos movimentos. São doenças de caráter crônico que envolve um tratamento multidisciplinar ao longo da vida.<br />
Neste serviço atendemos artrite reumatóide juvenil, lúpus eritematoso sistêmico (de idade juvenil), artrites neuropáticas (infantil e juvenil), dermatomiosite e artropatias infecciosas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Hemofilia</h4>
<p>A hemofilia é um distúrbio hereditário da coagulação, causado pela diminuição do fator VIII (também conhecido como fator anti-hemofílico), o que caracteriza a hemofilia A, ou do fator IX (fator também chamado fator Christmas) que caracteriza a hemofilia B.<br />
A hemofilia é um exemplo clássico de herança recessiva ligada ao sexo. O gene da hemofilia é transmitido pelo cromossoma X, que passa através das gerações pela mulher, que é a portadora, ao seu filho, que herda a doença. Em mulher a incidência é rara.<br />
A hemorragia pode ocorrer nas articulações (hemartroses), músculos, face e regiões intracranianas. Quando há necessidade do uso do fator a pessoa obtém nos hemocentros (Boldrini).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Pé torto congênito</h4>
<p>O pé torto congênito idiopático é a principal malformação músculo esquelética ao nascimento e apresentando deformidade em equino do pé, varo do retropé, cavo do antepé e adução do médio e antepé. Vários fatores, como predisposição genética, alterações gestacionais e anomalias histológicas diversas, parecem estar relacionadas à sua gênese. Entretanto, sua verdadeira causa permanece desconhecida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Torcicolo Congênito</h4>
<p>É uma deformidade, congênita ou adquirida, caracterizada pela inclinação da cabeça em direção ao ombro, associada à torção do pescoço e desvio da face. O torcicolo muscular congênito consiste em uma contratura fibrosa do músculo esternocleidomastoideo (ECOM), relacionada à afecção primária do músculo, que é detectada no nascimento ou nas primeiras semanas de vida. Sua etiologia ainda é motivo de grande controvérsia. Hipóteses da origem desta deformidade incluem: trauma no parto, hereditariedade, mau posicionamento intrauterino, isquemia, oclusão venosa e síndrome compartimental.</p>
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